13/12/2011

Bela Maldade

  "Uma história que te faz querer desvendar o final antes mesmo que ele esteja concluido"

   Um segredo devastador. Uma vida destruída. Uma nova amiga que ajuda a esquecer. E se ela não for quem aparenta?

    Após uma horrível tragédia que deixou sua família, antes perfeita, devastada, Katherine Patterson se muda para uma nova cidade e inicia uma nova vida em um tranquilo anonimato.
 
   Mas seu plano de viver solitária e discretamente se torna difícil quando ela conhece a linda e sociável Alice Parrie. Incapaz de resistir à atenção que Alice lhe dedica, Katherine fica encantada com aquele entusiasmo contagiante, e logo as duas começam uma intensa amizade.
 
   No entanto, conviver com Alice é complicado. Quando Katherine passa a conhecê-la melhor, percebe que, embora possa ser encantadora, a amiga também tem um lado sombrio. E, por vezes, cruel.

    Ao se perguntar se Alice é realmente o tipo de pessoa que deseja ter por perto, Katherine descobre mais uma coisa sobre a amiga: Alice não gosta de ser rejeitada... 

   Como todo leitor compulsivamente viciado em livros, assim que Bela Maldade foi lançado eu corri para ler sobre. Ao ler a sinopse eu tive a mais absoluta certeza que eu queria e iria amar ler esse livro. Afinal, a sinopse é bem enigmática, o que podemos esperar? Mortes, assassinatos, suspense e medo... certo? Errado! É até decepcionante imaginar que você irá encontrar uma garota psicopata que sai matando as pessoas e que você estará envolto a um ambiente totalmente tenso, quando na verdade não é nada disso. É claro que vemos uma Alice bem maldosa e psicopata, mas nada de mais. 

   Tirando essa bela maldade que é a sinopse nos encher de expectativas e não atendê-las. Não tem como negar que o livro acaba sendo maravilhoso. Além de romance e dramas familiares, temos mistério. Perguntas que são respondidas através de narrativas no passado, presente e futuro. Mistérios que se amarram no final e consegue nos deixar sem reação, impressionados como tudo era mais complexo quanto imaginávamos. 
   
   Muitos disseram que gostaram do livro, mas não foi tudo aquilo. Eu também não exagero dizendo que foi o melhor livro que li esse ano, mas realmente foi bom e concerteza é recomendado. É um tipo de livro que te deixa tenso, que te faz querer saber as verdades que são escondidas, que te faz chorar, se alegrar. É um livro real. Não tem coisa fantasiosa. Mostra como a vida pode ser, mostra que quando tudo está bem, a inveja, a impiedade, a maldade para botar isso água abaixo (literalmente). É tão bom que se torna impossível largá-lo antes da última página. 

   Esse é um dos livros que devorei em três dias. Afinal, nessas férias o que não falta é tempo. Se você ficou interessado, não deixei de ler o livro, concerteza algo de bom você terá para falar.
   

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