19/12/2012

Série #11 - Revolution














Nossa vida inteira depende da eletricidade, portanto, quando um grande apagão toma conta do mundo, a situação se modifica completamente. Aviões caem do céu, hospitais fecham suas portas e a tecnologia se torna algo do passado.

Agora, 15 anos depois, a vida retornou para aquilo que conhecemos antes da revolução industrial: famílias vivem em seus vilarejos e, quando o sol se põe, as lanternas e velas se acendem. Mas será que a vida ficou mais tranquila?

Nas pequenas comunidades, o perigo se aproxima, mudando de vez a vida de uma jovem garota. Uma milícia local chega e mata seu pai, alguém que misteriosamente – e sem que ela saiba – tem algo a ver com o blackout. O encontro brutal a leva para uma jornada para encontrar as respostas sobre o passado e por esperança pelo futuro.

Eu começei aos poucos, mas logo me vi envolvido neste mundo de séries. Sempre que há uma estreia de uma nova eu corro para ler a sinopse, ver o trailer e se eu gostar, assisto sem dó o primeiro episódio. Não foi diferente com Revolution.

A série tem algo que garante seu sucesso: distopia, o gênero mais difundido durante o ano de 2012. Por se tratar deste gênero, Revolution garante muitas cenas de opressão, ação, perseguição e principalmente muitos mistérios. 

Não há como negar que esta tem muitos detalhes e comparações com Terra Nova. Acho que não dá para explicar o por quê disto, mas quem assiste ambas percebe uma certa ligação entre elas. É claro, isso não influencia em nada na qualidade da série.

Um grande atrativo da trama são os mistérios, e para mim uma boa série se baseia nisso. Revolution deixa os telespectadores com várias perguntas em mente e a maior delas é: Porque e quem fez toda a energia do planeta desaparecer? Aos poucos vamos juntando as peças e formando uma teoria.

Os atores dão características ótimas aos personagens. Os destaques vão para Charlie que é uma garota determinada e sem medo de nada, é incrível ver como ela luta com tanta força e distinção, ela é aquele tipo de garota que sabe se virar sozinha. E seu tio Miles (interpretado por Billy Burke, famoso por ser pai de Isabella Swan nas adaptação da saga Crepúsculo ao cinema), que possui experiência e um passado sombrio, que o fazem ser esperto, arrogante, engraçado, preocupado e muito determinado. No decorrer da série vamos tendo perdas e acréscimo de novos personagens, que farão a série tomar um rumo muito emocionante.

Revolution faz seu papel e dá ao seu telespectador muitas cenas de tirar o fôlego e mistérios que fazem sua mente pensar e pensar até tentar encontrar uma resposta, mas como sempre os roteiristas te surpeendem com algo diferente. É uma série que fala sobre aventura, mas não deixa de lado o conceito de economia de energia e política. Com episódios que melhoram cada vez mais, Revolution tem tudo para conquistar quem a assiste e eu recomendo totalmente esta.

Um comentário:

Paola Sánchez disse...

Enquanto você lê esta série é claro que eu amo, me lembrei de um pequeno terreno de Leftovers 2, uma série cheia de mistério, o que certamente é um recente que eu, pessoalmente cativo com sua primeira temporada e agora estou vendo isso de produção.

 
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